Home » News & blogs » Contribuição da MVGM para a Associação CAIS

Contribuição da MVGM para a Associação CAIS

6 meses ago

Consciente do atual contexto pandémico, a MVGM Portugal orgulha-se de apoiar a Associação CAIS e ajudar os vendedores da revista CAIS num momento em que as medidas restritivas da circulação de pessoas impedem a sua normal atividade.

Os vendedores da revista Cais estão entre os mais afetados pela pandemia atual, uma vez que dependem quase exclusivamente deste trabalho para obter rendimento, importante para manterem a dignidade, pagarem o quarto, alguma alimentação e acesso a medicamentos. A revista é vendida ao preço de capa de 2€ e o vendedor recebe 70% deste valor, sendo que os restantes 30% cobrem parte das despesas da revista. Cada colaborador recebe em média 224€ por mês. Infelizmente, a Associação teve de suspender as vendas em março e não sabe quando será possível regressar às ruas. Foi garantido o pagamento do rendimento em abril, mas seria quase impossível assegurá-lo em maio sem ajuda externa.

“Vivemos tempos extraordinários que serão ultrapassados mais facilmente se todos contribuirmos ativamente para apoiar aqueles que se encontram em situações mais vulneráveis. A nossa contribuição, da MVGM e dos seus Colaboradores a título pessoal, irá permitir que a Associação CAIS pague na totalidade, o equivalente ao valor médio que estes vendedores habitualmente recebem. Nesta época de pandemia e de confinamento, que impede a venda da revista e o acesso dos vendedores a uma parte essencial dos seus rendimentos, esta pequena ajuda é o nosso humilde contributo para a melhoria das condições de vida de quem mais precisa”, afirma Miguel Kreiseler, Managing Director da MVGM Portugal.

A Associação CAIS, sem fins lucrativos, nasce em 1994 com o lançamento do seu primeiro e principal projeto, a revista CAIS, inspirada na publicação inglesa The Big Issue.

A revista CAIS é uma publicação mensal apoiada por diferentes mecenas, funcionando como um instrumento de rendimento e dignidade dos cidadãos envolvidos num processo de integração social. Os colaboradores em Lisboa, no Porto, em Coimbra e em Almada vendem esta revista diariamente para garantir o seu rendimento mensal, mas também como uma ocupação que pretende melhorar as suas competências sociais e profissionais com o objetivo de se reintegrarem no mercado de trabalho.